terça-feira, 7 de abril de 2009

G

de gastronomia (rainhasdolar.com)

Lavam-se as batatas e cortam-se ao meio. Colocam-se numa assadeira, temperam-se com sal grosso, pimenta, ervas frescas e duas colheres de sopa de manteiga. Cobrem-se com papel de alumínio e vai ao forno. Passado um tempo retira-se o alumínio para que as batatas fiquem bem douradinhas (viram-se de vez em quando). Retiradas do forno as batatas passam por papel absorvente. Põem-se depois numa travessa dispondo sobre cada uma um pedaço de presunto (ou salame ou lombinho ou salmão ou peito de peru) uma colher (de café) de cream cheese, o orégão fresco e um paulito a arrematar tudo.

Cortam-se tomates cereja ao meio depois de lavados e temperam-se com vinagre, azeite e sal. Dispõe-se por cima cream cheese (ou camembert) e manjericão.

Para sobremesa mousse de chocolate.

Inaugurados os circuitos primavera-verão e na companhia do meu fofo de quatro patas

Casa, gimnodesportivo, piscinas, circulação externa, parque verde, biblioteca, pousada stª. cristina, palácio de sotto mayor, mercado municipal e casa em 1 hora e 30 minutos.
Hoje sentido inverso.

domingo, 5 de abril de 2009

Survivre

Il y a bien les souvenirs, mais quelqu'un les a électrifiés et connectés à nos cils, dès qu'on y pense on a les yeux qui brûlent.
Mathias Malzieu

Carlos do Carmo

Fernando Pinto do Amaral

Mergulharam ambos num silêncio que estava de acordo com a paisagem. Tinham pedido o pequeno-almoço para o quarto e acabavam de o tomar na varanda. O domingo amanhecera sob um lençol de névoa que mais uma vez lhes fazia evocar a adolescência naquelas praias, à espera que o sol abrisse depois do meio-dia. Respiravam o ar húmido da ria com uma sensação de clandestinidade, como se aquele manto cinzento os escondesse do mundo exterior e os protegesse de toda a gente, das ameaças da vida terrestre.

Charles Kettering

A única vez que não se pode falhar é quando se tenta pela última vez.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Não quero bater no

mas depois do acontecimento é bom sempre lembrar do que não devemos esquecer…

que é?

que é?


Do

Mais

Ernest Hemingway

Nous devons nous y habituer:
aux plus importantes croisées
des chemins de notre vie, il n'y a
pas de signalisation.

De um conhecido meu

moldado e pintado à mão
(Século XVII)

Ze Ferreira