sábado, 28 de fevereiro de 2009
Fernando Namora escritor
um como se diz filho da terra. E eu como filha da terra que sou decidi no então investigar. Comecei com o Trigo e o Joio (sobretudo). Depois houve… Domingo(s) e Retalhos. E a Casa da Malta. E.. Mais livros estão por abrir,
e a

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Não contava
mas hoje encontrei na Baixa o C. Mais forte e de barba crescida. Achei-o velho e desanimado. Tenho “pena” porque embora as nossas vidas não tenham seguido juntas tinha(o) por ele estimação.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Madre Teresa de Calcutá
O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distracção mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar
O que traz a felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
O mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior protecção efectiva: o sorriso
O maior remédio: o optimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distracção mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar
O que traz a felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
O mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior protecção efectiva: o sorriso
O maior remédio: o optimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Fora dos jogos
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Cada vez mais a dormir menos
PDI como diz o JA
mas no entretanto deu para

4:30 07:28
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Custa-me sempre ouvir notícias
em que adultos maltratam crianças e idosos.
O que é feito do respeito pelo nosso passado e o nosso futuro?

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
A origem do mundo
ou será que em Portugal ainda se acredita em cegonhas?
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Après Sauve-moi un autre livre de Guillaume Musso

et encore
Il n’y a rien qu’un roman pour faire comprendre que la réalité est mal faite, qu’elle n’est pas suffisante pour satisfaire les désirs, les appétits, les rêves humains.
Mario Vargas Llosa
Nous devons nous y habituer: aux plus importantes croisées des chemins de notre vie, il n'y a pas de signalisation.
Ernest Hemingway
Nous ne sommes jamais aussi mal protégés contre la souffrance que lorsque nous aimons.
Freud
La vie est un collier de peurs.
Björk
La fille qui rêvait d’un bidon d’essence et d’une allumette.
Titre d’un roman de Stieg Larsson
Mario Vargas Llosa
Nous devons nous y habituer: aux plus importantes croisées des chemins de notre vie, il n'y a pas de signalisation.
Ernest Hemingway
Nous ne sommes jamais aussi mal protégés contre la souffrance que lorsque nous aimons.
Freud
La vie est un collier de peurs.
Björk
La fille qui rêvait d’un bidon d’essence et d’une allumette.
Titre d’un roman de Stieg Larsson
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Cesária Évora
J'a'm conchia São Vicente
Na sê ligria na sê sabura
Ma 'm ca pud fazê ideia
S'na carnaval era mas sab
São Vicente é um brasilin
Chei di ligria chei di cor
Ness três dia di loucura
Ca ten guerra ê carnaval
Ness morabeza sen igual
Nô ten un fistinha mas sossegod
Ca bô exitá bô podê entrá
Coque e bafa ca ta faltá
Hôje é dia di carnaval
São Vicente é um brasilin
Chei di ligria chei di cor
Ness três dia di loucura
Ca ten guerra ê carnaval
Ness morabeza sen igual
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Claude Nougaro
Ah, tu verras, tu verras
Tout recommencera, tu verras, tu verras
L'amour c'est fait pour ça, tu verras, tu verras
Je ferai plus le con, j'apprendrai ma leçon
Sur le bout de tes doigts, tu verras, tu verras
Tu l'auras, ta maison avec des tuiles bleues
Des croisées d'hortensias, des palmiers plein les cieux
Des hivers crépitants, près du chat angora
Et je m'endormirai, tu verras, tu verras
Le devoir accompli, couché tout contre toi
Avec dans mes greniers, mes caves et mes toits
Tous les rêves du monde
Ah, tu verras, tu verras
Tout recommencera, tu verras, tu verras
La vie, c'est fait pour ça, tu verras, tu verras
Tu verras mon stylo emplumé de soleil
Neiger sur le papier l'archange du réveil
Je me réveillerai, tu verras, tu verras
Tout rayé de soleil, ah, le joli forçat!
Et j'irai réveiller le bonheur dans ses draps
Je crèv'rai son sommeil, tu verras, tu verras
Je crèv'rai le sommier, tu verras, tu verras
En t'inventant l'amour dans le coeur de mes bras
Jusqu'au matin du monde
Ah, tu verras, tu verras
Tout recommencera, tu verras, tu verras
Le diable est fait pour ça, tu verras, tu verras
Je ferai le voyou, tu verras, tu verras
Je boirai comme un trou et qui vivra mourra
Tu me ramasseras dans tes yeux de rosée
Et je t'insulterai dans du verre brisé
Je serai fou furieux, tu verras, tu verras
Contre toi, contre tous, et surtout contre moi
La porte de mon coeur grondera, sautera
Car la poudre et la foudre, c'est fait pour que les rats
Envahissent le monde
Ah, tu verras, tu verras
Tout recommencera, tu verras, tu verras
Mozart est fait pour ça, tu verras, entendras
Tu verras notre enfant étoilé de sueur
S'endormir gentiment à l'ombre de ses soeurs
Et revenir vers nous scintillant de vigueur
Tu verras mon ami dans les os de mes bras
Craquer du fin bonheur de se sentir aidé
Tu me verras, chérie, allumer des clartés
Et tu verras tous ceux qu'on croyait décédés
Reprendre souffle et vie dans la chair de ma voix
Jusqu'à la fin des mondes
sábado, 21 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Sheet
mas às vezes perco a paciência com o Windows Live Messenger porque deixa de funcionar e porque depois lá aparecem as 18 mensagens das 5 que havia e das antes que deviam ter vindo mais cedo. só acontece comigo!?
(i'm repeat) no stress, no stress...
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Coleccção os filmes dos meus amigos são agora também meus VIII
The Believer de Henry Bean
23:51
a força do judaísmo
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Colecção os filmes dos meus amigos são agora também meus VII
hoje é que vou ver (:
Anger Management de Peter Segal
0:00
como sempre entre a boa louca exasperação e a gargalhada
Pablo Picasso

A arte é a mentira que nos permite conhecer a verdade.
Sempre faço o que não consigo fazer para aprender o que não sei.
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Arranjar tempo para o hall
Cimentar a parede:
Resultado: pedreiro sim? pedreiro não?
Misturar areia e cimento na proporção de 3x1. A quantia de água deve ser dosada para que a massa não fique nem muito mole, nem muito dura. É necessário que ao espalhar o cimento com uma espátua ele fique bem preso, ou seja, adira bem. Por fim é necessária paciência para o deixar secar.
Lixar a parede:
É importante que o cimento seja lixado para que a superfície da parede fique lisa.Resultado: pedreiro sim? pedreiro não?
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Uma evidência
a vida tem sido boa para mim
life has been good to me
la vie a été bonne pour moi
la vida ha sido buena para mí
life has been good to me
la vie a été bonne pour moi
la vida ha sido buena para mí
Espero que assim continue
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domingo, 15 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Valentine
but, soft! what light through yonder window breaks?
it is my lady! o, it is my love!
o, that she knew she were!
she speaks yet she says nothing.
what of that?
her eye discourses; i will answer it.
i am too bold; 'tis not to me she speaks.
two of the fairest stars in all the heavens,
having some business, do entreat her eyes
to twinkle in their spheres till they return.
see, how she leans her cheek upon her hand!
o, that i were a glove upon that hand,
that i might touch that cheek!
ay me!
she speaks.
o, speak again, bright angel!
o romeo, romeo! wherefore art thou romeo?
deny thy father and refuse thy name;
or, if thou wilt not, be but sworn my love,
and i'll no longer be a capulet.
shall i hear more, or shall i speak at this?
'tis but thy name that is my enemy;
thou art thyself, though not a montague.
what's montague? it is nor hand, nor foot,
nor arm, nor face, nor any other part
belonging to a man. o, be some other name!
what's in a name? that which we call a rose
by any other name would smell as sweet;
so romeo would, were he not romeo called,
retain that dear perfection which he owes
without that title.
romeo, doff thy name,
and for that name which is no part of thee
take all myself.
i take thee at thy word.
call me but love, and i'll be new baptized;
henceforth i never will be romeo.
what man art thou that thus bescreened in night
so stumblest on my counsel?
by a name i know not how to tell thee who i am.
my name, dear saint, is hateful to myself,
because it is an enemy to thee;
had i it written, i would tear the word.
my ears have not yet drunk a hundred words
of that tongue's utterance, yet i know the sound.
art thou not romeo and a montague?
neither, fair maid, if either thee dislike.
how camest thou hither, tell me, and wherefore?
the orchard walls are high and hard to climb,
and the place death, considering who thou art,
if any of my kinsmen find thee here.
with love's light wings did i o'erperch these walls;
for stony limits cannot hold love out,
and what love can do that dares love attempt;
therefore thy kinsmen are no stop to me.
if they do see thee, they will murder thee.
i have night's cloak to hide me from their eyes;
and but thou love me, let them find me here.
my life were better ended by their hate,
than death prorogued, wanting of thy love.
dost thou love me? i know thou wilt say "ay,"
and i will take thy word. yet if thou swear'st,
thou mayst prove false; at lovers' perjuries
they say, jove laughs. o gentle romeo,
if thou dost love, pronounce it faithfully.
or if thou thinkest i am too quickly won,
i'll frown and be perverse an say thee nay,
so thou wilt woo; but else, not for the world.
in truth, fair montague, i am too fond,
and therefore thou mayst think my 'havior light:
but trust me, gentleman, i'll prove more true
than those that have more cunning to be strange.
i should have been more strange, i must confess,
but that thou overheard'st, ere i was ware,
my true love's passion: therefore pardon me,
and not impute this yielding to light love,
which the dark night hath so discovered.
lady, by yonder blessed moon i swear
o, swear not by the moon, the inconstant moon,
that monthly changes in her circled orb,
lest that thy love prove likewise variable.
what shall i swear by?
do not swear at all;
or, if thou wilt, swear by thy gracious self,
which is the god of my idolatry,
and i'll believe thee.
if my heart's dear love--
i swear... o juliet!
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Um dia na Baixa
Pouca gente. Os saldos dentro de lojas. Uma mulher de passo. Lojas de portas fechadas.
Uma Coimbra culturalmente (politicamente) estagnada. Mas olho os belos históricos edifícios e um sol que os nos embala.
Finca-pé continua uma loja mágica porque de história se fala da história.
Uma Coimbra culturalmente (politicamente) estagnada. Mas olho os belos históricos edifícios e um sol que os nos embala.
Finca-pé continua uma loja mágica porque de história se fala da história.
à esquerda da PADARIA POPULAR
O meu primeiro do autor
Existem livros que nos acordam às tantas da matina para sabermos mais.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Uma mulher Sophia de Mello Breyner Andresen e a sua obra (1919-2004)
Esperança e desespero de alimento
Me servem neste dia em que te espero
E já não sei se quero ou não quero
Tão longe de razões é o meu tormento.
Mas como usar amor de entendimento?
Daquilo que te peço desespero
Ainda que mo dês - pois o que eu quero
Ninguém o dá senão por um momento.
Mas como é belo, amor, de não durares,
De ser breve e fundo o teu engano,
E de eu te possuir sem tu te dares.
Amor perfeito dado a um ser humano:
Também morre o florir de mil pomares
E se quebram as ondas no oceano.
Soneto
Me servem neste dia em que te espero
E já não sei se quero ou não quero
Tão longe de razões é o meu tormento.
Mas como usar amor de entendimento?
Daquilo que te peço desespero
Ainda que mo dês - pois o que eu quero
Ninguém o dá senão por um momento.
Mas como é belo, amor, de não durares,
De ser breve e fundo o teu engano,
E de eu te possuir sem tu te dares.
Amor perfeito dado a um ser humano:
Também morre o florir de mil pomares
E se quebram as ondas no oceano.
Soneto
Poesia
Poesia, Coimbra, ed. Da Autora, 1944; Dia do Mar, Lisboa, Edições Ática, 1947; Coral, Porto, Livraria Simões Lopes, 1950; No Tempo Dividido, Lisboa, Guimarães Editores, 1954; Mar Novo, Lisboa, Guimarães Editores, 1958; O Cristo Cigano, Lisboa, Minotauro, 1961; Livro Sexto, Lisboa, Livraria Morais Editora, 1962; Geografia, Lisboa, Ática, 1967; Dual, Lisboa, Moraes Editores, 1972; O Nome das Coisas, Lisboa, Moraes Editores, 1977; Navegações, Lisboa, IN-CM, 1983, Ilhas, Lisboa, Texto Editora, 1989; Musa, Lisboa, Editorial Caminho, 1994; O Búzio de Cós e Outros Poemas, Lisboa, Editorial Caminho, 1997.
Prosa
Contos Exemplares, Lisboa, Livraria Morais Editora, 1962; Histórias da Terra e do Mar, Lisboa, Edições Salamandra, 1984.
Contos
A Menina do Mar, Lisboa, Ática, 1958; A Fada Oriana, Lisboa, Ática, 1958; A Noite de Natal, Lisboa, Ática, 1959; O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Figueirinhas, 1964; O Rapaz de Bronze, Lisboa, Minotauro, 1965; A Floresta, Porto, Figueirinhas, 1968; A Árvore, Porto, Figueirinhas, 1985.
Teatro
O Bojador, Lisboa, 2ª ed., Editorial Caminho, 2000 (1ª ed. s/d.); O Colar, Lisboa, Editorial Caminho, 2001.
Ensaio
O Nu na Antiguidade Clássica, Lisboa, 3ª ed., Editorial Caminho 1992 (1ª ed., 1975).
Poesia, Coimbra, ed. Da Autora, 1944; Dia do Mar, Lisboa, Edições Ática, 1947; Coral, Porto, Livraria Simões Lopes, 1950; No Tempo Dividido, Lisboa, Guimarães Editores, 1954; Mar Novo, Lisboa, Guimarães Editores, 1958; O Cristo Cigano, Lisboa, Minotauro, 1961; Livro Sexto, Lisboa, Livraria Morais Editora, 1962; Geografia, Lisboa, Ática, 1967; Dual, Lisboa, Moraes Editores, 1972; O Nome das Coisas, Lisboa, Moraes Editores, 1977; Navegações, Lisboa, IN-CM, 1983, Ilhas, Lisboa, Texto Editora, 1989; Musa, Lisboa, Editorial Caminho, 1994; O Búzio de Cós e Outros Poemas, Lisboa, Editorial Caminho, 1997.
Prosa
Contos Exemplares, Lisboa, Livraria Morais Editora, 1962; Histórias da Terra e do Mar, Lisboa, Edições Salamandra, 1984.
Contos
A Menina do Mar, Lisboa, Ática, 1958; A Fada Oriana, Lisboa, Ática, 1958; A Noite de Natal, Lisboa, Ática, 1959; O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Figueirinhas, 1964; O Rapaz de Bronze, Lisboa, Minotauro, 1965; A Floresta, Porto, Figueirinhas, 1968; A Árvore, Porto, Figueirinhas, 1985.
Teatro
O Bojador, Lisboa, 2ª ed., Editorial Caminho, 2000 (1ª ed. s/d.); O Colar, Lisboa, Editorial Caminho, 2001.
Ensaio
O Nu na Antiguidade Clássica, Lisboa, 3ª ed., Editorial Caminho 1992 (1ª ed., 1975).
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Colecção os filmes dos meus amigos são agora também meus VII
Anger Management de Peter Segal
digam o que digam adoro "o actor Jack Nicholson"
Índice pessoal I
Mário de Sá-Carneiro (1890-1916)
Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.
Dispersão
Agustina Bessa-Luís (1922)
Ah, rotina doce dessa vida em comum, porém extraordinária de independência e qualidade solitária!
Os Quatro Rios
Vitorino Nemésio (1901-1978)
A neta explora-me os dentes.
Penteia-me como quem carda.
Terra da sua experiência,
Meu rosto diverte-a, parda
Imagem dada à inocência.
O Verbo e a Morte
Vergílio Ferreira (1916-1997)
Que havia, pois, mais para a vida, para responder ao seu desafio de milagre e de vazio, do que vivê-la no imediato, na execução absoluta do seu apelo? Eliminar o desejo dos outros para exaltar o nosso.
Aparição
José Saramago (1922)
Estou de passagem, dissera o escritor, e estes eram os sinais que ia deixando passar. A mulher do médico pôs-lhe a mão no ombro, e ele com as suas duas mãos foi lá buscá-la, levou-a devagar aos lábios.
Ensaio sobre a Cegueira
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Eutanásia
Do ponto de vista a favor:
é uma forma de aliviar a dor e o sofrimento de uma pessoa que se encontra num estado muito crítico e sem perspectivas de melhora.
é uma forma de aliviar a dor e o sofrimento de uma pessoa que se encontra num estado muito crítico e sem perspectivas de melhora.
Do ponto de vista do contra:
é o direito ao suicídio tendo em vista que o doente ou o seu familiar teria o direito de um acto final da vida.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Fashion & Advertising
Tom Ford (charming) não foi o primeiro. Giorgio Armani colocou o nu numa campanha publicitária em 1996. O mesmo aconteceu em 2002 com o lançamento do perfume M7 da marca Yves Saint Laurent.
Mas de facto não me lembro de uma campanha tão ousada como esta
Mas de facto não me lembro de uma campanha tão ousada como esta

yes or no is the question?
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Manuel Alegre
É quase meia-noite e estão a sete mil quilómetros de distância, sentados na esplanada de um restaurante na Ilha de Luanda. A Ilha é um braço estreito de areia e de coqueiros. Do lado esquerdo, o mar, do lado direito a baía. Há uma doçura no ar, as tainhas saltam, tremula a luz dos candeeiros a petróleo nas cabanas dos pescadores, há um cheiro a peixe e manga, o cheiro amargo e doce da África e da noite.
Jornada de África
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
António Gedeão
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
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que é retorta de alquimista,
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que é cabo da Boa Esperança,
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alto-forno, geradora,
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ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Bancos!
e uma pergunta:
onde é que está o poder produtivo?
eu sei. você sabe?
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O(s) bem amado(s)
índice pessoal:
Mário de Sá-Carneiro
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Depois da bem fundamentada
preocupação e alerta de mau tempo os dias vão correndo na mesma

diz a razão popular «quando é a mais...»
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