domingo, 19 de abril de 2009

Fernando Pessoa

Dá-me sonhos teus para brincar

sábado, 18 de abril de 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

et moi

Vi e não esqueci

Ainda Como Água para Chocolate

John, como que lendo o seu pensamento
- Por isso é preciso mantermo-nos afastadas de pessoas que tenham um hálito gélido. Bastaria a sua presença para poder apagar o fogo mais intenso, com os resultados que já conhecemos. Quanto mais à distância nos pusermos destas pessoas, tanto melhor nos protegeremos do seu sopro.
Laura Esquivel

A soma de 1+1 dá uma filha independente

Não um mas dois. Um é 2M e o outro Missanga. O primeiro é gladiador e o segundo é cor de pele floral. São ao meu gosto. Pequei mas sabe bem. E quem paga sou eu.

Uma mulher tem direito a algumas pequenas vaidades.

Um exemplo de respeito entre o homem e a mulher

Uma vez a minha mãe queria 10 escudos para fazer face a despesas. O meu pai pegou em 20 escudos para lhe entregar. Mas não contente a minha mãe re-afirmou que queria apenas 10 escudos. Teimou. E o meu pai com todo o seu carinho rasgou ao meio a nota de 20 escudos.
Estes eram os meus pais.

Femmes et non plus

Albert Camus disait:
A force de mal nommer les choses, on participe à la régression du monde.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

E viva

Eu também sou importante e a minha dona não precisou de dar uma conferência

Chamo-me Fofo. Sou português. Conheço o meu compadre Bola e ainda me dou com as minhas três gatas residentes que são a Flor, a Poupette e a Luna.

Como Água para Chocolate

Para a mesa e para a cama
uma só vez se chama

Laura Esquivel

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Porque se presta a estes dias de chuva

durante a noite
a casa geme agita-se aquece e arrefece
no interior frio do olho da tua sombra sentada
na cadeira aparentemente vazia

esperas acordado sem sono
que a temperatura da casa se funda
com a temperatura incerta do mundo
depois
escreves exactamente isto: o horror dos dias
secou contra os dentes – e rouco
dobrado para dentro do teu próprio pensamento
ferido
atravessas as sílabas diáfanas do poema

levantas-te tarde
atordoado
para extinguires o lume ateado
junto à memória da casa – respiras fundo
para que o gelo derreta e afogue
a vulgar noite do mundo

olhas-te no espelho
atribuis-te um nome um corpo um gesto
dormes
com a árvore de saliva das ilhas – com o vento
que arrasta consigo esta chuva de fósforo e
estes presságios de tranquilos ossos

Al Berto

Vou contigo